segunda-feira, 24 de março de 2014

Solenidade da Anunciação do Senhor


Reconheça o mundo inteiro, ter chegado a salvação: cessa o julgo do pecado, aparece a Redenção.
Já se cumpre a profecia: uma virgem dá à luz; Gabriel vem a Maria, anuncia-lhe Jesus.
Do Espírito concede a que nele acreditou, e O que não cabe no mundo no seu seio se encerrou. 
Hoje celebramos as vésperas da Solenidade da Anunciação do Senhor, celebração da encarnação do amor em nossa história, em nossas vidas. Com esta Solenidade desejo iniciar uma nova etapa em nosso Site Franciscano, agora com o título “Espiritualidade e Mística Franciscana”, no desejo de partilhar um pouco da alegria franciscana, do amor de Francisco pelo mistério da Encarnação. Uma Espiritualidade e uma Mística que é sempre atual e revolucionária, pois como em todos os tempos, também hoje, temos muitos irmãos e irmãs, que pela ação do Espirito Santo, respondem generosamente à vontade de Deus com o seu SIM.
Para sermos fiéis ao nosso SIM, como irmãos e em fraternidade, somos convidados a conhecer e a aprofundar nossa Espiritualidade e a nossa Mística Franciscana. Hoje nossa sociedade deseja evangelizadores com uma autêntica espiritualidade e podemos dizer que muitos conhecem um pouco da Espiritualidade Franciscana, temos um terreno muito fértil, e que com um pouco de ousadia e coragem podemos pedir a graça de transformar o pouco que conhecemos, ou entendemos, em práticas e gestos concretos de amor e solidariedade. Com a nossa prática pessoal e de fraternidade, poderemos testemunhar com as nossas próprias palavras a com a nossa própria experiência, a mística do Amor, que se encarna em nossa vida concreta, em nossa história.
Que Maria Imaculada interceda por nós,
Peregrino Franciscano, Paz e Bem !
http://peregrinofranciscano.com/author/totustuusvirgomaria/

sábado, 15 de março de 2014

Frei Alberto: O tempo da Quaresma


Ter-se-á sempre em vista que a Quaresma constituía preparação para o Tríduo pascal da Paixão-Morte, Sepultura e Ressurreição do Senhor Jesus, celebrado de Quinta-feira à noite até o Domingo da Ressurreição.
A Quarta-feira de Cinzas abre este tempo de conversão e de penitência, fazendo a proposta da observância quaresmal da oração, do jejum e da esmola.
Jesus é o modelo da vida de penitência dos cristãos. O Jesus que jejua, o Jesus que se dedica à oração, deve ser visto à luz do Cristo transfigurado. Toda a caminhada da conversão dos cristãos só tem sentido à luz da ressurreição pregustada no Tabor.
A partir do 3º domingo temos uma diversificação, conforme os ciclos litúrgicos dos Anos A, B e C.
O ano litúrgico A, que estamos vivendo neste 2014, apresenta a temática batismal. O batismo será revivido no Tríduo pascal e especialmente na Vigília. Se isso é verdade todos os anos, vem tematizado no Ano A. Utilizam-se os Evangelhos de São João. No 3º Domingo: o poço da samaritana; no 4º Domingo: o cego de nascença junto à piscina de Siloé. No 5º Domingo: a ressurreição de Lázaro. As leituras do Antigo Testamento, em harmonia com os evangelhos, apresentam os grandes lances da história da salvação. As leituras do Apóstolo realçam também a temática batismal.
Tudo isso pode acontecer cada ano com o Povo de Deus, a Igreja, no Tríduo pascal. As condições são a conversão, a renovação da aliança batismal em Cristo Jesus.
AS LINHAS FORÇAS DA QUARESMA
A Quaresma recebe toda a sua força de inspiração da Vigília pascal, desdobrada no Tríduo pascal da Paixão-Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus Cristo.
Trata-se da preparação para a Festa da Páscoa do Cristo total, isto é, de Jesus Cristo e dos cristãos. Esta vida nova em Cristo é que chamamos de mistério pascal.
A páscoa-fato, celebrada pela Igreja, movimenta-se em três níveis: a páscoa-fato, celebrada pela Igreja, movimenta-se em três níveis: a páscoa-fonte, a Paixão-Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus Cristo; a páscoa participada pelos cristãos, acontecida no batismo; e a renovação da páscoa dos cristãos em Cristo no hoje pela renovação de vida, na conversão ou penitência e no compromisso renovado.
Tudo isso torna-se sacramental na páscoa-rito, na celebração da Vigília maior, desdobrada no Tríduo pascal.
Compreendemos que a celebração da Páscoa é essencialmente uma festa batismal. Dela brotam duas linhas-força:
A primeira: A dimensão batismal. Nesta dimensão podemos realçar dois aspectos. A Páscoa é a festa da celebração do batismo daqueles e daquelas que se prepararam durante a Quaresma. Hoje, esta realidade está tornando-se sempre mais presente. Os catecúmenos caminharam com a Igreja; a comunidade tornou-se catecúmena com os que se preparam para o batismo. A Igreja gera novos filhos na fé. Mas enquanto ela se torna catecúmena, os cristãos se preparam para renovar os compromissos do próprio batismo. Assim, estamos na segunda linha-força da Quaresma: a penitência ou a prática da conversão para viver o batismo ou para renovar as promessas do batismo.
Os cristãos já batizados têm consciência de que ainda não estão na plenitude do ideal cristãos, que é o próprio Cristo Jesus. Todo cristão, mesmo batizado, sabe que o processo de sua conversão não chegou ao fim. Ele é um caminhante, consciente do já presente do ainda não. Embora justificado e santificado pelo batismo e pela fé, encontra-se ainda a caminho. Além disso, ele tem consciência de que muitas vezes se torna infiel à aliança batismal, à morte libertadora de Jesus Cristo, afastando-se ou negando totalmente sua vocação e missão de batizado. Ou, então, torna-se infiel aos compromissos batismais, não correspondendo devidamente à proposta do amor de Deus em Jesus Cristo. Daí o sentido da penitência quaresmal para todos. Será preparação para retomar os compromissos do batismo ou para fortifica-los. Esta experiência de reconciliação oferecida pela misericórdia de Deus em Jesus Cristo constitui, por sua vez, outra experiência pascal celebrada sacramentalmente na Páscoa.

Adaptação: BECKHÄUSER, Frei Alberto. Viver o Ano Litúrgico: Reflexões para os domingos e solenidades. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Como Concepcionistas, tornamo-nos escravas do Senhor como Maria, proclamando em atitude contemplativa, a soberania absoluta de Deus 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Jornal da Diocese- edição do mês de novembro

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma aspiração secreta:


   

   Das profundezas da humanidade sobe uma aspiração secreta. Presos aos ritmos anônimos dos programas e dos horários, muitos dos nossos contemporâneos têm implicitamente o desejo de uma realidade essencial, de uma vida interior.
Nada conduz mais à comunhão com o Deus vivo do que uma oração em comum meditativa, com esse ponto alto da oração que é o cântico, que se prolonga e que continua no silêncio do coração quando já nos encontramos sózinhos. Quando o mistério de Deus se torna perceptível pela beleza simples dos símbolos, quando ele não é sufocado por uma sobrecarga de palavras, então a oração em comum longe de se destilar na monotonia e no tédio traz a alegria do céu à terra.

Para numerosos cristãos ao longo dos séculos algumas palavras retomadas uma e outra vez, até ao infinito, foram um caminho de contemplação. Quando estas palavras se cantam talvez penetrem ainda mais até às profundezas do ser humano.

Para celebrar uma ampla oração em comum bastam algumas pessoas e já o coração se dilata num encontro com Cristo. E a universalidade da comunhão pode deixar-se pressentir quando jovens se juntam, pelo menos uma vez por semana, à oração da comunidade local que reune todas as gerações, das crianças às pessoas de idade.

A oração é uma força serena que trabalha o ser humano, transformando-o, culltivando-o, não o deixando fechar os olhos face ao mal, às guerras, a tudo o que ameaça os inocentes na terra. Da oração tiram-se forças visando outras lutas, visando transformar a condição humana e tornar a terra habitável.

Quem caminha seguindo a Cristo mantém-se simultaneamente perto dos outros e perto de Deus, não separa oração e solidariedade.

Irmão Roger, de Taizé


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Para refletir

Em Deus reside a graça, a fortaleza e a esperança. Ide ao seu encontro.



Viva nossa fundadora!

17 de Agosto- Santa Beatriz da Silva
Fundadora da Ordem da Imaculada Conceição


quarta-feira, 6 de março de 2013

Tríduo e Missa do Jubileu


                                         MOSTEIRO MONTE SIÃO DA IMACULADA CONCEIÇÃO


Rua Chico Tomás, 126– Cx. Postal, 232.

Cep. 75802-340 - Jataí – GO - Brasil

fone:  (64) 3631 1840
           www. mosteiromontesiao.blogspot.com
             e-mail: mmsiao@hotmail.com


Convite


Convidamos os amigos, benfeitores e todo povo de Deus para participar da Celebração do Tríduo em comemoração aos 25 Anos de Fundação do Mosteiro Monte Sião da Imaculada Conceição que se realizará no período de 16 à 18 de março na Igreja Conventual da Divina Misericórdia, com a seguinte Programação:

Programação das Celebrações durante o Tríduo em Comemoração do Jubileu

1º Dia – 16.03.2013
Sábado – 19:00h –Tema: “O zelo da tua casa me consome” (Sl 68,10).

2º Dia – 17.03.2013
Domingo – 16:00h - Tema: “Eu sempre vos guardarei”

3º Dia – 18.03.2013
Segunda-feira – 19h00 - Tema: “Magnificat” – Louvor à Virgem Imaculada

Encerramento:
Dia 19. 03.2013– Terça-feira – 19:30h
Missa Solene do Jubileu em Ação de Graças nas intenções dos Generosos Amigos e Benfeitores do nosso Mosteiro e pela nossa Diocese.
Celebrante: D. José Luiz Majella Delgado

            Contamos com a presença orante de toda a comunidade.

Monjas Concepcionistas

sábado, 23 de fevereiro de 2013

RENÚNCIA DO PAPA, MINHAS IMPRESSÕES


 Pe. Geraldo Maia


Muitas pessoas vêm escrevendo suas visões sobre este momento histórico de nossa Igreja. Alguns amigos sugeriram que também eu publicasse minhas impressões sobre a transição do papado, já que vivo em Roma. Faço-o pelo carinho da amizade dos que me solicitaram...

 Considero uma primorosa delicadeza da Providência divina situar-me nesta terra, regada pelo sangue de Pedro, Paulo e inumeráveis mártires cristãos, neste momento singular.

 Não se trata aqui de esmiuçar os motivos que levaram Bento XVI a manifestar seu desejo de renúncia. Em seus últimos pronunciamentos o Papa tem procurado esclarecer esses motivos, ainda que a mídia e voluntários procurem decantá-los no não dito, nem escrito.

 Penso na responsabilidade de um líder espiritual de cerca de 1 bilhão e duzentos milhões de seguidores, sucessor ininterrupto de uma linhagem de 264 nomes quase sempre ligados ao protagonismo da história universal e que remonta ao apóstolo Pedro, em quase dois mil anos de história. Penso também nas responsabilidades de um Chefe de Estado, ainda que seja do menor Estado do mundo, o Vaticano, com todos os seus protocolos e exigências... Penso, sobretudo, na responsabilidade moral deste líder, de quem o mundo, especialmente o Ocidente, espera orientações firmes diante dos desafios dos tempos pós-modernos...

 Não nos cabe julgar a decisão papal. Mas a consideramos razoável e compreensível, com toda sua coerência interna. É preciso ter “vigor tanto de corpo como de espírito” para governar a Igreja e dar ao mundo as respostas esperadas. É certo que para se chegar ao estado de ânimo a que o Bento XVI chegou muitos enfrentamentos se sucederam... Sabemos que, mais do que gerenciar um museu de santos, a missão papal é exercida como num hospital de feridos...Trata-se de tarefa sobre-humana para um homem de 85 anos.

 A renúncia do Papa, além de ter sido necessária, foi pedagógica. Ela nos ensina que ninguém é insubstituível e que o poder só tem sentido enquanto se faz serviço aos irmãos e irmãs. Quando a pessoa se sente impedida de servir, o poder perde sua razão de ser e precisa circular. O poder é como água: se permanece estagnado tende a apodrecer...

 João Paulo II solicitou ajuda para encontrar novos meios de exercer o serviço do pontificado, através de sua encíclica Ut unum sint. De fato, é preciso repensar o exercício deste ministério diante das novas exigências de evangelização, de ser Igreja hoje e de dialogar com o mundo. Não podemos esperar tudo do Papa, mas, em comunhão com ele, somos chamados a assumir sempre mais o trabalho pelo Reino de Deus, já presente na história, na potência do Espírito Santo.

 Em poucos dias conheceremos um novo papa. Acreditamos que o Espírito Santo age através de mediações, ainda que carcomidas pelas vicissitudes humanas... Com espírito de fé acolheremos o servo dos servos de Deus, na esperança de que ele possa ser um homem atento aos sinais do tempo presente e que possa dialogar com as várias instâncias do mundo, conduzindo a Igreja na trilha do diálogo sincero, da acolhida fraterna e da solidariedade misericordiosa.

 Nossa convicção é de que este novo líder nos confirme na fé, como cristãos, para sermos as testemunhas de Jesus Cristo no momento presente da história. Como Igreja que somos temos um grande desafio pela frente, que é continuar o processo da recepção do Concílio Vaticano II, redescobrindo a missão evangélica que brota da compaixão, da solidariedade, da justiça e do amor, em favor da vida e vida em abundância.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Nós e Deus


Tem ainda sentido falar de criação na época da ciência e da técnica? Uma pergunta preocupante, que Bento XVI propôs à reflexão dos fiéis presentes na audiência geral de quarta-feira 6 de Fevereiro. Ou talvez provocatória, se se calcula que é feita a uma humanidade dominada pela tentação de construir sozinha o mundo no qual vive, disse o Papa explicando o sentido da sua pergunta, propenso a "não aceitar os limites do ser criatura, os limites do bem e do mal" e que considera a sua dependência do amor de Deus "como um peso do qual se libertar".
É sempre este o "núcleo da tentação": considerar a aliança com Deus como "uma corrente que amarra, que priva da liberdade e das coisas boas e preciosas da vida". Mas é precisamente esta convicção, esta "mentira" como lhe chama o Pontífice, que "altera a relação com Deus" e que induz o homem a pôr-se no seu lugar. Disto deriva que quanto Deus criou de bom "aliás - especificou o Papa - de muito bom", depois da livre escolha do homem a favor da mentira e contra a verdade, "o mal entra no mundo", com toda a sua bagagem de dor e sofrimento. E citando ainda o Génesis o Pontífice quis evidenciar outro ensinamento oferecido pelo livro das narrações da criação: "o pecado - disse - gera pecado e todos os pecados da história estão ligados entre si". Tudo deriva, acrescentou, de uma realidade que parece difícil de compreender, o pecado original. Com a ajuda do Catecismo da Igreja Católica, Bento XVI fez notar a propósito que o primeiro pecado do homem foi ter-se "escolhido a si mesmo contra Deus". Portanto, destruiu a relação que se tinha instaurado com o Pai e quis "pôr-se no lugar de Deus". Viver de fé, acrescentou o Papa, significa ao contrário "reconhecer a grandeza de Deus, aceitar a nossa pequenez, a nossa condição de criatura, deixando que o Senhor a preencha com o seu amor". A fé esclarece também o mistério do mal e dá-nos a certeza de nos podermos libertar dele; "a certeza - concluiu Bento XVI enfim - que é bom ser homem".

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Jornal

Acompanhe as notícias e acontecimentos ocorridos em nossa Diocese de Jataí/GO


Boa leitura.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Jubileu de Prata do Mosteiro

"As coisas não valem pelo tempo que duram, mas pela intensidade com que são vividas" (Fernando Pessoa)

Jubileu é um Ano de Graça. Ano da manifestação mais plena da bondade e da misericórdia do Senhor.  2013, em pleno espírito celebrativo do Ano da Fé, para o Mosteiro Monte Sião da Imaculada Conceição em Jataí/GO é um ano de alegria, gáudio, louvor e ação de graças.
A celebração dos 25 anos deste Mosteiro é uma convocação para renovarmos nossos compromissos com o que aqui foi iniciado e cultivado sob a ação do Espírito Santo e que nos convida a “anunciar a Boa Nova aos pobres, proclamar a libertação aos presos, aos cegos a recuperação da vista, libertar os oprimidos e proclamar um ano de Graça do senhor” (Lc 4,18-19).
A finalidade essencial do Jubileu é o retorno pessoal aos valores que sustentam a Vocação Contemplativa Concepcionista: o Amor à Santíssima Eucaristia, o Amor à Paixão de Jesus Cristo e o amor à Maria Imaculada. Citando as palavras do Papa João Paulo II, o Jubileu deve ser marcado por “um comprometimento com a Justiça e a PAZ, num mundo como o nosso, marcado por tantos conflitos e desigualdades sociais e econômicas verdadeiramente intoleráveis”. Que, pois, a trombeta do Jubileu, ressoe como convocação e como promessa de esperança e alegria, para todas as pessoas de boa vontade.
O mosteiro representa a intimidade de uma Igreja, o coração onde o Espírito geme e intercede continuamente pelas necessidades da comunidade inteira, e donde se eleva sem cessar a ação de graças pela Vida que Ele concede em cada dia (cf. CoI3,17).
Como a Virgem de Nazaré, a missão da Concepcionista não consiste em fazer obras exteriores, mas trabalhará silenciosamente – como a raiz da árvore – para que outros colham os frutos. Assim deve ser o apostolado escondido de cada monja desse Mosteiro A sua missão consiste em SER toda para Deus na radicalidade que resulta do viver orante, exclusivo e próximo de Deus.
Viver oculta com Maria e como Maria em Nazaré, sob o mesmo teto com Jesus e para Jesus, na oração, no trabalho, na Alegria e na Imolação... assim O Mosteiro Monte Sião da Imaculada Conceição se torna uma “Nazaré” feita de silencio, interioridade, alegria e paz.
Se Santa Beatriz da Silva, estivesse aqui entre nós, certamente reuniria suas filhas como uma só família e, olhando para cada uma diria: minhas filhas, o Amor não é amado, comecemos, pois até agora pouco ou nada fizemos.

 O marco fundacional é o dia 25 de março, mas a celebração eucarística solene será no dia de São José ( 19 de março de 2013) às 19h na Igreja conventual do mosteiro. Desde já sintam- se convidados a partilhar conosco esse momento memorável.
Que a Virgem Imaculada, nossa Mãe e modelo, siga abençoando e nos conduzindo pelos caminhos da santidade, fervor, fidelidade e amor, impetrando de Deus graças para as nossas necessidades espirituais e materiais.

Dia da Vida Consagrada

“É o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar” (Bento XVI, A Porta da Fé, 7). Válido para todos os cristãos, este princípio encontra maior evidência nos consagrados, cuja vocação específica é precisamente a evangelização do mundo por meio da realização do seu carisma fundador. Todos evangelizam já por meio do seu estado e do seu estilo de vida marcada pelo conhecimento do amor de Cristo, assumido pessoalmente e partilhado comunitariamente; alguns, porém, evangelizam também pela dedicação ao trabalho direto de anúncio da Boa Nova, na pregação, na catequese, no ensino, na ação social, na prática da caridade cristã, na missão ad gentes.

http://concepcionistas.org.br/site/wp-content/uploads/2013/02/Mensagem-de-Dom-Pedro-para-o-Dia-da-Vida-Consagrada.pdf

sábado, 20 de outubro de 2012

Reflexões de Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro


O Catecismo da Igreja Católica

RIO DE JANEIRO, sexta-feira, 19 de outubro de 2012 (ZENIT.org) - A Igreja comemora, agora em 2012, os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica! Este momento vem ao encontro do “Ano da Fé”, anunciado e aberto pelo Papa Bento XVI no dia 11 de outubro, pp., que pede a retomada catequética juntamente com uma vida de sincera conversão. Torna-se oportuno aproveitar estas comemorações para recordar os fundamentos da nossa fé e os valores que os sacramentos imprimem em nossa vida.

Neste tempo de tantas possibilidades e ofertas, não podemos nos esquecer de que precisamos voltar nosso olhar e interesse pelas coisas de Deus. Por isso, torna-se mais do que necessário retomar a leitura da publicação do Catecismo da Igreja Católica, aprovado a partir da “Fidei Depositum”, (11 de outubro de 1992, do Beato João Paulo II) atualizado após o Concílio Ecumênico Vaticano II.

Guardar o depósito da fé é a missão que Jesus Cristo deixou como legado à sua Igreja. Este legado a acompanha em todos os tempos. Nós, seguidores de Cristo, estamos inseridos neste tempo e somos responsáveis pela missão. Portanto, hoje, novamente se faz necessário reconhecer seus ensinamentos e comunicá-los aos que ainda Nele não creem. Nisto acontece o resplendor do anúncio do Evangelho!

Celebrar este aniversário é rememorar os valores da nossa vida cristã e a nossa fidelidade a Cristo. Recordando nosso olhar para a vida do homem nós conseguimos reconhecer a Deus. Enquanto homens que nos identificamos com Ele, vivemos e transmitimos a fé. Daí a importância da nossa catequese.

O Catecismo da Igreja Católica é um instrumento para orientar todos os fiéis no caminho de Cristo, que, consequentemente, os leva no caminho ao encontro com os irmãos.

Deve-se reconhecer que o Catecismo é denso, refletindo em toda a primeira parte a “Profissão de fé” do batizado. Há ali uma reciprocidade entre a revelação de Deus para o homem e a resposta humana de fidelidade. Ali se dá também a articulação dos “três capítulos”: a fé na Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo.

Já em seguida se estuda como se dá a ação de Deus (para manifestar a Salvação) na realização das obras de Jesus Cristo e da ação do Espírito Santo, também hoje pronunciadas e manifestadas nas liturgias que são celebradas. Por isso, a liturgia é o pedestal da vivência dos Sacramentos da Fé.

São “bem-aventurados” os que se identificam numa ação livre e despojada, munidos pela fé e graça de Deus, em favor dos pobres e descrentes. Aí se manifesta a caridade, que acontece a partir dos Mandamentos de Deus.

Porém, toda a ação do cristão, mesmo fundamentada na catequese, se torna fraca se não for alimentada pela oração. Daí a importância da oração contínua na vida de fé. O Catecismo da Igreja Católica foi assim pensado para condensar a doutrina e os valores da fé católica. Em sua linguagem encontramos inúmeras referências bíblicas. Algumas não são citadas, mas o estudo e a reflexão apresentados vêm ao encontro do que Jesus ensinou aos seus discípulos e às multidões que O seguiam, presentes na Sagrada Escritura. Os Evangelhos registram o que Jesus falou e fez em favor dos que querem seguir e estar com Deus. Este “estar com Deus” se inicia no aqui e agora toda vez que vivemos plenamente os valores por Ele ensinados.

O “Ano da Fé” nos aproxima oportunamente a reler o Catecismo da Igreja Católica para sermos mais santos, fraternos e humanos. Deus abençoe a todos na recuperação do estudo do Catecismo da Igreja Católica!

          † Orani João Tempesta, O. Cist.

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ABERTURA DO ANO DA FÉ NA IGREJA EM TODO O MUNDO


DIOCESE DE JATAÍ-GO
Praça Dom Germano, 660 – Centro – Caixa postal 02 – CEP 75800-035 – Jataí–GO
Email: diocese@diocesedejatai.org  -   Fone: (64) 3631-1820



Aos presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, lideranças leigas    Prot. SD – 171/12
e a todo o povo de Deus na Diocese de Jataí.


Na quinta feira, 11 de outubro o Papa Bento XVI abriu, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o ANO DA FÉ, estendendo-se até 24 de novembro de 2013, festa de Cristo Rei. A finalidade, a oportunidade, e o modo de celebrar este ano, ele o expõe na carta “Porta Fidei” (A Porta da Fé).

O dia 11 de outubro, data comemorativa da abertura do Concilio Vaticano II, em 1962, foi também escolhido para a publicação do Catecismo da Igreja Católica, em 1992. E agora, o Ano da Fé. O Papa Bento XVI, em sua Carta Apostólica “Porta Fidei”, diz: “Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propicia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, não perdem o seu valor nem a sua beleza” (Porta Fidei, 5). E tendo em vista a nova Evangelização para a transmissão da fé cristã, Bento XVI convocou um Sínodo em Roma que iniciou no dia 7 de outubro e encerrará no domingo 28 deste mesmo mês.

A Igreja do Brasil abriu oficialmente o Ano da Fé no dia 12 de outubro, data em que se comemora a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

A nossa diocese de Jataí realizará a abertura do Ano da Fé no sábado, 1º de dezembro de 2012, na Catedral diocesana, com uma solene Eucaristia, para a qual convoco desde já todos os cristãos. Com entusiasmo, criatividade e paixão peço aos Conselhos, aos movimentos e grupos pastorais, que organizem um Calendário Paroquial do Ano da Fé.

Precisamos fazer com que a beleza e a centralidade da fé cheguem até as pessoas que não conhecem Jesus Cristo. Seja a renovação da fé uma prioridade, um compromisso de toda a Igreja diocesana nos nossos dias.

À intercessão dos Padroeiros e Padroeiras das nossas Paróquias confio o caminho das comunidades, para que se renovem na fé e deem testemunho claro dela mediante as obras da caridade.

Garanto-lhes a minha oração e concedo-lhes de coração a bênção.

Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R.
Bispo diocesano de Jataí

Jataí, 11 de outubro de 2012. 

Ano da Palavra de Deus


Com a celebração litúrgica do 2º Tempo Comum abriremos na Diocese o “Ano da Palavra de Deus”.  O ato ocorrerá no domingo seguinte a festa do batismo do Senhor que neste ano cai na segunda-feira, 9 de janeiro. O encerramento acontecerá com a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do universo, 25 de novembro de 2012. Com o objetivo de motivar as Paróquias, capelas, Movimentos eclesiais, nossas famílias e todo o povo para que busquem alimentar-se da Palavra de Deus como Fonte de vida da ação evangelizadora traçamos como meta ‘nenhuma família diocesana sem a Bíblia’ e aprofundaremos o estudo da Exortação Apostólica pó-sinodal do Papa Bento XVI – Verbum Domini e das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011 – 2015), onde nossos bispos apresentaram a “Igreja como lugar de animação bíblica da vida e da pastoral”. Tais documentos vieram reforçar o entusiasmo em torno da Palavra de Deus, seu primado e de sua centralidade. Como Igreja diocesana vamos redescobrir esta centralidade da Palavra de Deus na vida cristã, conhecê-la em profundidades e ensinar aos filhos, argumentar com ela, tomar decisões a partir da Palavra e, mais que tudo, rezar com Deus vivo, por meio da Sagrada Escritura. O Conselho Diocesano para a liturgia traçaram caminhos adequados á nossa diocesana com o objetivo de facilitar a aproximação da Sagrada Escritura e cegaremos ao encontro com a Palavra. Igualmente peço aos Conselhos Paroquiais, os Movimentos eclesiais e Pastorais, vamos promover um verdadeiro “mutirão bíblico”, definido um programa a ser abraçado por todas, para que o alimento da palavra de Deus é um fato; é a pessoa de Jesus Cristo que os Apóstolos encontraram enquanto caminhar, ao longo do mar da Galileia e que a Igreja proclama com alguém que hoje pode ser encontrado nas estradas da nossa vida. Vamos ouvir, ver, tocar e contemplar (cf. I Jo 1,1) a  beleza e o fascínio deste encontro com o Senhor, o “Verbo da Vida, já que a vida mesma e manifestou em Cristo” (Verbum Domini – VD,12.). Vamos testemunhar para a Igreja e para o mundo de como é belo o encontro coma Palavra de Deus na comunhão eclesial. Portanto, exorto todos os fiéis a redescobrirem o encontro pessoal e comunitário com Cristo, Verbo da Vida que Se tornou visível, a fazerem-se seus anunciadores para que Se tornou visível, a fazerem-se seus anunciadores para que o dom da vida divina, a comunhão, se dilate cada vez mais pela nossa diocese e o mundo inteiro (VD, 2). Um ano da Palavra. A alegria do encontro com a Pessoa de Cristo, Palavra de Deus presente no meio de NÓS. Vamos começar hoje a tomar nas mãos a Escritura, para encontrar nela, e por meio dela, o Verbo Encarnado.


Dom José Luiz Majella Delgado - Bispo diocesano de Jataí – GO

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pe. Rufus Pereira - Nota de Falecimento

Faleceu enquanto dormia, nesta madrugada 03/05/2012 de parada cardíaca, o grande pregador indiano, Padre Rufus. Que Deus o receba na morada eterna dos anjos e santos. A informação foi divulgada hoje pela secretária do sacerdote, Érika Gibello.
O sacerdote estava em sua residência em Londres, na Inglaterra, durante esta semana e aparentava estar bem, segundo divulgou a Irmã Kelly Patrícia, do Instituto Hesed, em suas redes sociais. A religiosa esteve com ele no último sábado, 28, e disse que ele "estava radiante, muito feliz".  

O corpo de padre Rufus permanecerá na Inglaterra até que terminem os preparativos para levá-lo à Índia, onde será sepultado. A data ainda não foi divulgada.

Padre Rufus que completaria 79 anos, neste domingo, 6, era conhecido no mundo todo por seu ministério de exorcismo. Ele foi vice-presidente da Associação Internacional dos Exorcistas e iniciou a Associação Internacional para o ministério de libertação. Ele esteve várias vezes na sede da Comunidade Canção Nova. 

Biografia

Padre Rufus é sacerdote na Arquidiocese de Bombaim, Índia. Estudou Filosofia, Teologia e Sagrada Escritura em Roma, onde foi também ordenado em 1956. É doutorado em Teologia Bíblica.

Durante vários anos serviu como diretor de quatro escolas secundárias em Mumbai. Além de pregador de retiros, conferencista e professor de Bíblia, ele é também editor da Revista Nacional Carismática da India “Charisindia”. É professor de Sagrada Escritura em cursos de pós-graduação em vários Institutos Teológicos Pontifícios.

É também presidente da Associação Internacional para o Ministério de Libertação e vice-presidente da Associação Internacional de Exorcistas. Publicou numerosos artigos bíblicos e teológicos, especialmente, sobre evangelização e cura.

Conheceu a Renovação Carismática Católica (RCC), em 1972, logo quando esse movimento eclesial teve início na Índia. Foi designado pelo Arcebispo Cardeal Gracias para se dedicar exclusivamente a esse movimento. Desde então atua pregando em encontros, retiros e missões por todo o seu país e também pela Ásia, África, Europa e em alguns lugares na América Latina, como o Brasil, onde esteve várias vezes, inclusive na Comunidade Canção Nova.

Padre Rufus também é diretor do Instituto Bíblico Carismático Católico. Foi recentemente integrado ao International Catholic Charismatic Renewal Services (ICCRS), em Roma, como o responsável mundial pelo ministério de cura e libertação.

Se por um lado nos entristecemos, nos alegremos porque com certeza está na Casa do Pai.

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Obrigado Pe. Rufus por ter nos deixado o legado da Cura Interior e da Libertação, tantos ensinos, tantas palavras de coragem e força, tanto testemunho de santidade!!!

Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com.br/2012/05/pe-rufus-pereira-nota-de-falecimento.html

Ordem da Imaculada Conceição - Monjas Concepcionistas - Ave Maria Puríssima!
O Mosteiro Monte Sião da Imaculada Conceição foi fundado em 25 de março de 1988 na cidade de Jataí/ GO. Este mosteiro é um dos 19 existentes no Brasil, da Ordem da Imaculada Conceição, cuja fundadora da Ordem é Santa Beatriz da Silva.
e-mail:falemosteiro@yahoo.com.br


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